Bem-Vindo(a)

Deus não desiste de você !

Balneário Arroio do Silva - SC

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Deus Tu És...








Meu Salvador, Redentor
Consola-me com teu abraço
Meu Pai
eu sou teu filho amado
Quero sentir o teu abraço
pois sou tua habitação
em Ti confiarei
pois Tu Ès  a razão do meu viver
e tudo o que eu tenho é Teu.
Deus Tu És...


Deus e o Cientista



Levando em consideração e era em que vivemos,um grupo de cientista se reuniu um dia e decidiu que os seres humanos haviam progredido muito e n mais precisavam de Deus. Assim eles escolheram um cientista para ir falar com Deus. Este cientista foi até Deus e disse: - Deus,decidimos que não mais precisamos de voce. Chegamos a um ponto que conseguimos clonar pessoas e fazer muitos outros milagres. Então pq vc não pega as suas coisas e some daqui??!!
Deus respondeu: - Muito bem, que tal isto?Digamos que estamos em uma disputa para criar o homem. O cientista respondeu:- Td bem ,excelente! -Mas -Deus acrescentou –vms fazer como eu fiz nos velhos tempos com Adão. –claro –disse o cientista, sem problema – e se curvou para pegar um punhado de barro para si. Deus olhou para ele e disse.-NÂO,não, vc tem que conseguir seu próprio barro.





Entrega dos certificados

BEM VINDOS A FAMILIA DE DEUS!!


Clésio


Zé Carlos



                                                                               Sara


Josimar


Samuel


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Batismo 10/10/10

Quem CRER e for batizado será salvo;  Mc.16.16  




















Os batizando: Bia, Jaime, Melissa, Sara, Josimar,Clésio, Zé e Samuel... Gória a DEUSSSSSSSSSSS!!!!





quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Deixe a raiva secar.


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo convida-la para brincar. 
Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manha. Julia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. 
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial. 
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. 
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: Esta vendo, mamãe, o que a Julia fez comigo? 
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Julia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou: 
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? 
Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. 
Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa. 
Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. 
Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando: 
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atras da gente? 
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. 
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. 
Não foi minha culpa. 
Não tem problema, disse Mariana, minha raiva ja secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar historia do vestido novo que havia sujado de barro.


"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira."  (Efésios 4 : 26)


Te Adorar...




É a Tua mão de amor
Que nos sustenta, Senhor
Por isso Te adoramos
Te adorar
Te buscar é o meu prazer
Como eu quero Te conhecer
Cada vez mais poder sentir
O Teu amor em meu coração
Te adorar
Te buscar é o meu prazer
Como eu quero Te conhecer
Cada vez mais poder sentir
O Teu amor em meu coração
Eu não poderia viver sem Ti

Eu jamais teria razão em minha vida
Sem Te encontrar
E conhecer Teu grande amor
Senhor, minha vida pertence a Ti
Pois é a Tua mão que me dá forças pra caminhar
Vivendo os Teus sonhos
Andando em direção ao Teu coração
Jesus!

Jesus, Tu és a nossa força, Senhor
Tu és a nossa alegria!
Que nos faz permanecer
Caminhando em direção aos Teus sonhos
Senhor
Se não fosse o Senhor
Nada disso seria possível, Deus!!!



Como será o casamento no futuro??




Em algum lugar ao redor do mundo, em algum tempo no futuro, um escriturário está cumprindo o seu expediente no balcão de um Cartório de Registro Civil:
“O próximo, por favor.”
“Bom Dia. Nós queremos dar entrada nos papéis para o casamento.”
“Nomes?”
“Pedro da Silva Pereira e João da Silva Pereira.”
“Silva Pereira? Vocês são parentes? Posso ver que se parecem fisicamente.”
“Sim. Somos irmãos.”
“Irmãos? Mas vocês não podem se casar!”
“E por que não? A lei já não contempla o matrimônio de casais do mesmo gênero? Sabemos, inclusive, que muitos têm tido seus registros aqui neste tabelionato.”
“Sim, milhares! Mas nós nunca tivemos casamentos entre irmãos. Isto seria incesto!”
“Incesto? Não! O senhor está equivocado. Nós não somos gays.”
“Não são gays? Então, por que querem se casar?
“Pelos benefícios financeiros, é claro. E, além disso, nós nos amamos, e não temos nenhuma outra pessoa em vista para o casamento.”
“Infelizmente, senhores, nós somente lavramos o registro de casamento de gays e lésbicas para quem a igualdade de proteção legal tem sido negada anteriormente pelas autoridades judiciárias. Se vocês não são gays, podem se casar com mulheres!”
“Um momento! Um homem gay tem todo o direito de casar-se com uma mulher, assim como eu também tenho. Entretanto, simplesmente porque eu sou hetero, não quer dizer que eu queira casar-me com uma mulher. Eu quero me casar com João, meu irmão.”
“E eu quero me casar com Pedro. Este cartório vai nos discriminar simplesmente porque não somos gays?”
Aproxima-se o Oficial do Cartório, e intervém:
“Está bem, está bem! Acalmem-se, senhores. Vamos dar entrada nos papéis e fazer correr os proclamas.”
“Próximo, por favor.”
“Olá. Estamos aqui com o propósito de casarmos.”
“Nomes?”
“Rodrigo Santos, Jane Vilela, Roberto Madureira e Maria do Rosário.”
“E quem vai casar com quem?”
“Todos nós queremos casar uns com os outros.”
“Mas como é isto? Vocês são quatro pessoas!”
“Sim, está certo. Mas, veja, somos os quatro bissexuais. Eu amo a Jane e ao Roberto, Jane ama a mim e a Maria, Maria ama o Roberto e a Jane, e Roberto ama Maria e a mim. Se todos nos casarmos será a única maneira em que poderemos expressar nossas preferências sexuais em um relacionamento matrimonial.”
“Senhores, infelizmente só procedemos o registro de casamento para casais de lésbicas e gays.”
“Mas isto é uma discriminação contra as pessoas bissexuais? Por que não podemos nos casar?”
“Infelizmente é assim mesmo, senhores. Bem... a idéia tradicional do casamento é apenas para casais.”
“E desde quando vocês se regulam e se determinam pela tradição?”
“Bem, o que quero dizer é que a gente tem que estabelecer o limite em algum lugar.”
“De acordo com quem? Não existe uma razão lógica para se limitar o casamento a um casal. Quanto mais, melhor! Além disso, nós reivindicamos os nossos direitos! As nossas autoridades afirmam que a Constituição garante igualdade e proteção legal a todos os cidadãos. O senhor queira, por gentileza, fazer correr os nossos papéis para o casamento!”
O Oficial do Cartório, agora mais atento, aproxima-se novamente, e arremata:
“Está bem, está bem! Será feito, senhores. Fiquem tranqüilos! Aceitam um cafezinho?”
O escriturário, sentindo-se constrangido, e de cabeça baixa e olhos pregados nos papéis, prossegue:
“O próximo, por favor.”
“Nomes?”
“Daniel Costa e Paulo Ricardo Gonçalves”
“Até que enfim um casal normal...!”
“Idades?”
“Daniel , 48 anos, e Paulo Ricardo, 13 anos”.
O escriturário levanta a cabeça e ajeita os óculos.
“Mas isto não é possível, senhor. Este menino é só um adolescente!”
“E qual o problema?”
“Bom...”
O escriturário olha para o Oficial, como a pedir socorro.
“O casamento produz a emancipação do menor, senhor. Já não é assim nos casamentos de heterossexuais?"
“O menor trouxe a assinatura dos pais ou responsáveis?”
“E é preciso?! Não basta apresentar as testemunhas? Elas estão assentadas ali...”
O escriturário já tem o pescoço meio virado para a mesa do Oficial, enquanto Daniel, à frente, repousa o seu braço sobre os ombros de Paulo Ricardo, que está igualmente expectante pela resposta.
“Por favor, dirijam-se àquela extremidade do balcão e resolvam este caso com aquele senhor lá adiante...”
“Próximo”.
“Nome?”
“Davi Januário Assunção.”
“E o outro homem?”
“Sou somente eu. Eu quero me casar comigo mesmo.”
“Casar-se consigo mesmo? O que você quer dizer com isto? Está maluco?”
“Bem, meu analista disse que eu tenho dupla personalidade. Então, quero casar as duas personalidades. Talvez, desta maneira, eu possa fazer uma declaração conjunta de Imposto de Renda e aumentar a minha restituição.”
A esta altura, foi o escriturário que quase teve um surto psicótico, e extravasou:
“Chega! Eu desisto!! Vocês estão fazendo pouco caso do casamento!!”
E, confuso, ele já não sabia mais se poderia oferecer alguma definição do que seja casamento... Aproveitou, e pediu ao Davi::
“Você pode me indicar o seu analista?... Aliás, vocês... xiii”.
"Mais tarde! Pois a fila continua imensa e crescente, e sabe-se lá o que ainda vem por aí."
Como foi dito, a situação acima é inteiramente ficcional ou fictícia. Entretanto, talvez alguém se pergunte: "E isto poderia tornar-se realidade?" O que você acha??


Mas a Bíblia diz:
"Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne."  (Gênesis 2 : 24)
Gilson Santos  (texto adaptado)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dicas para um casamento feliz





"Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem."  (Marcos 10 : 9)


O que faz com que alguns casais vivam anos e anos juntos e desfrutem felicidade?

Natural que não seja a felicidade plena e absoluta. Mas uma vida de alegrias, de compartilhamento.

Casais que superam dificuldades as mais árduas e prosseguem juntos.

Os reveses financeiros, a saúde comprometida, os filhos-problema, tudo é enfrentado a dois, de mãos dadas, consolidando sempre mais a relação.

Anulação da personalidade. Comodismo. São variadas as explicações.

No entanto, os que vêem se multiplicar os anos na durabilidade de seu matrimônio, têm seus segredos.

Cada casal tem sua fórmula especial. Mas algumas dicas, com certeza, auxiliam.

Como o casamento feliz é um porto seguro onde se pode relaxar e recuperar das tensões do dia-a-dia, algumas frases não devem ser esquecidas.

Você recorda quando foi a última vez que olhou para sua esposa e lhe disse: Você está deslumbrante hoje?

Quantas vezes vocês se preparam para ir a uma festa, colocam sua melhor roupa, se alinham. E nem olham um para o outro?

Pensem: antes de parecerem bem apresentáveis para os outros, vocês estão no lar, um frente ao outro.

Observe como ele continua um gato, um rapaz saradão. Veja como os fios de prata lhe conferem um ar de maturidade.

Aproveite para dizer: Estou feliz por ter me casado com você.

Já pensou em despertar pela manhã, olhar para o seu cônjuge e dizer: É bom acordar a seu lado!

Que tal uma surpresa no meio do dia com um telefonema breve para dizer: Você sempre será o meu amor!

No jantar em família, olhem nos olhos um do outro.

Agora, é o momento de falar:

Adoro ver o brilho em seus olhos quando você sorri.

E, assim por diante. Não perca a chance de dizer como é bom estarem juntos, compartilharem a mesma casa, as alegrias e as tristezas.



"Assim não são mais dois, mas uma só carne..''   (Mt 19.6a)


*Da net


terça-feira, 14 de setembro de 2010

CSI: Deus está nos detalhes



crime scene

Era madrugada de domingo. Maria Madalena não quis esperar amanhecer. Foi correndo ao supulcro onde Jesus havia sido enterrado. Sua missão era embalsamá-lo. Mas lá chegando, deparou-se com o que parecia o cenário de um crime. A enorme pedra do sepulcro fora removida (João 20:1-9).

Confusa, sem conseguir raciocinar direito, Maria foi correndo avisar a Pedro e João. Sua conclusão era que alguém havia levado os restos mortais de Jesus. Alguma providência deveria ser tomada. Talvez, as autoridades devessem ser notificadas.

Mas nada poderia ser feito sem que antes Pedro e João investigassem por si mesmos a tal cena do crime.

Os dois saíram correndo juntos, porém, João ultrapassou a Pedro, e chegou primeiro. Não sei o que o motivou a correr tanto, sem algum tipo de competitividade com Pedro, ou curiosidade, ou simplesmente, amor.

Chegando à cena do crime, João abaixou-se para espiar o buraco de onde a pedra havia sido removida. Apesar da pouca iluminação, deu pra ver que os lençóis de linho que cobriam o corpo de Jesus estavam jogados no chão. Definitivamente, algo havia ocorrido ali. Para que os lençóis estivessem no chão, o corpo teria que ter sido tirado de sua posição. Receoso de entrar no supulcro, João chegou à mesma conclusão de Maria.

Logo em seguida, chegou Pedro. Embora chegasse depois de João, não contentou-se em espiar a cena do lado de fora. Deu um passo além, e entrou no sepulcro. Do lado de dentro, Pedro reparou um detalhe que sequer foi visto pelos que o antecederam. Além dos lençóis, havia o lenço que cobrira a cabeça de Jesus.

Diferente dos lençóis esparramados no chão, o lenço estava dobradinho, colocado à parte. João toma coragem e adentra o sepulcro, vê a mesma cena, chega a uma nova conclusão. Não se tratava do sequestro de um corpo, mas de algo inusitado. Os lençóis espalhados no chão pareciam dizer que o corpo de Jesus havia sido levado. Mas o pequeno lenço dobrado, colocado à parte, dizia eloquentemente que Jesus voltara à vida. Se Sherlock Holmes estivesse lá, diria: Elementar, meu caro Watson: Saqueadores de tumbas não se preocupariam em dobrar o lenço e colocá-lo à parte.

Mesmo sem compreenderem o que estava acontecendo, parecia claro que aquela não era a cena de um crime, mas o cenário do maior acontecimento da história da humanidade.

Se Pedro houvesse parado onde João parou, teria chegado à mesma conclusão que seu colega, que por sua vez, chegara à mesma conclusão daquela que os antecedera. Do lado de fora da tumba, só os lençóis espalhados no chão eram visíveis. O lenço era um detalhe só perceptível para quem adentrasse o sepulcro. Naquele dia João aprendeu uma importante lição: o que importa não é chegar primeiro, mas dar um passo além.

Estaremos condenados a reproduzir as mesmas conclusões a que chegaram nossos precedentes, se não nos dispusermos a dar um passo além. Não se distraia com a bagunça dos lençóis no chão. Repare no lencinho dobrado. Deus está nos detalhes!Era madrugada de domingo. Maria Madalena não quis esperar amanhecer. Foi correndo ao supulcro onde Jesus havia sido enterrado. Sua missão era embalsamá-lo. Mas lá chegando, deparou-se com o que parecia o cenário de um crime. A enorme pedra do sepulcro fora removida (João 20:1-9).

Confusa, sem conseguir raciocinar direito, Maria foi correndo avisar a Pedro e João. Sua conclusão era que alguém havia levado os restos mortais de Jesus. Alguma providência deveria ser tomada. Talvez, as autoridades devessem ser notificadas.

Mas nada poderia ser feito sem que antes Pedro e João investigassem por si mesmos a tal cena do crime.

Os dois saíram correndo juntos, porém, João ultrapassou a Pedro, e chegou primeiro. Não sei o que o motivou a correr tanto, sem algum tipo de competitividade com Pedro, ou curiosidade, ou simplesmente, amor.

Chegando à cena do crime, João abaixou-se para espiar o buraco de onde a pedra havia sido removida. Apesar da pouca iluminação, deu pra ver que os lençóis de linho que cobriam o corpo de Jesus estavam jogados no chão. Definitivamente, algo havia ocorrido ali. Para que os lençóis estivessem no chão, o corpo teria que ter sido tirado de sua posição. Receoso de entrar no supulcro, João chegou à mesma conclusão de Maria.

Logo em seguida, chegou Pedro. Embora chegasse depois de João, não contentou-se em espiar a cena do lado de fora. Deu um passo além, e entrou no sepulcro. Do lado de dentro, Pedro reparou um detalhe que sequer foi visto pelos que o antecederam. Além dos lençóis, havia o lenço que cobrira a cabeça de Jesus.

Diferente dos lençóis esparramados no chão, o lenço estava dobradinho, colocado à parte. João toma coragem e adentra o sepulcro, vê a mesma cena, chega a uma nova conclusão. Não se tratava do sequestro de um corpo, mas de algo inusitado. Os lençóis espalhados no chão pareciam dizer que o corpo de Jesus havia sido levado. Mas o pequeno lenço dobrado, colocado à parte, dizia eloquentemente que Jesus voltara à vida. Se Sherlock Holmes estivesse lá, diria: Elementar, meu caro Watson: Saqueadores de tumbas não se preocupariam em dobrar o lenço e colocá-lo à parte.

Mesmo sem compreenderem o que estava acontecendo, parecia claro que aquela não era a cena de um crime, mas o cenário do maior acontecimento da história da humanidade.

Se Pedro houvesse parado onde João parou, teria chegado à mesma conclusão que seu colega, que por sua vez, chegara à mesma conclusão daquela que os antecedera. Do lado de fora da tumba, só os lençóis espalhados no chão eram visíveis. O lenço era um detalhe só perceptível para quem adentrasse o sepulcro. Naquele dia João aprendeu uma importante lição: o que importa não é chegar primeiro, mas dar um passo além.

Estaremos condenados a reproduzir as mesmas conclusões a que chegaram nossos precedentes, se não nos dispusermos a dar um passo além. Não se distraia com a bagunça dos lençóis no chão. Repare no lencinho dobrado. Deus está nos detalhes!



* Hermes C. Fernandes